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Espontaneidade e intuição como imprevistos exploratórios de uma assumida paixão por guitarras…

NOTICIAS

Rapaz Improvisado começa o ano de 2019 a comemorar os 4 anos após o lançamento do seu segundo álbum "Monoceros", e por isso realizou um videoclip para a música "The Rosette Nebula". A partir de filmagens experimentais que fez e imagens do filme "Blade Runner", a sua ideia apresenta um quadro em movimento, com pinceladas algo abstractas que denunciam um romance misterioso,   

"Monoceros" é um álbum cuja composição se inspira  no filme "Blade Runner, ousa ser a banda-sonora alternativa à original, apelando a uma viagem pela constelação Monoceros.

2019 é um ano especial, pois "Blade Runner" conta a sua história neste mesmo ano. O novo videoclip relembra o álbum e o filme.

Rapaz Improvisado vai estar na Rádio SBSR dia 15 de Março, na 5ª Viriato para uma entrevista + showcase em directo.

No dia seguinte apresenta-se em concerto na Crew Hassan, Lisboa. 

Em Abril passa por Coimbra para uma noite inesquecível com umas das sua bandas favoritas, os Pop Dell' Arte. E pela segunda vez regressa ao icónico Sabotage em Lisboa, para um concerto em conjunto com o nova-iorquino Aaron Roche.

Rapaz Improvisado começa o ano de 2018 a desenvolver novas ideias com entrada de um teclado italiano dos anos 70 manipulado pelos efeitos dos seus pedais.

Entusiasmado com o convite para musicar o book-trailer de apresentação ao novo livro romance "Monstro" de A.M. Catarino,  grava assim o tema "Monstro", o qual pode ser escutado aqui >

Monstro (2018) - Rapaz Improvisado
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RAPAZ IMPROVISADO nas NOITES RITUAL | PORTO

Rapaz Improvisado voltou ao Porto, desta vez ao 25º Aniversário das Noites Ritual, nos Jardins do Palácio de Cristal.

Segundo conta a história, o público esteve incrivelmente atento e carinhoso durante todo o concerto.

RAPAZ IMPROVISADO + URSO BARDO no SABOTAGE

Duas bandas, zero palavras. O deserto norte-americano no pó da guitarra do Rapaz Improvisado e as derivações progressivas entre o som e o post-silêncio dos Urso Bardo. Dois projectos instrumentais a dar voz a uma noite no Sabotage Club em Lisboa no passado dia 23 de Junho.

"Rapaz Improvisado, vive dentro da música como um duende livre. Caminha por um labirinto musical construído sobre a própria desconstrução, entrelaçando a voz para estimular a composição da sua guitarra.
O convés do CAPITÃO V Embarcação, recebe assim uma nova forma de olhar o mar, o crepúsculo do sol e o brilho do luar, a paradoxal dualidade da realidade que vai fazer vibrar o início da tormenta." *
texto de CAPITÃO.
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"Numa combinação requintada entre western spaghetti e ficção científica, a guitarra de Leonel Mendrix também conhece o solo que pisa e é a rainha adulta e temperada de um mundo inquieto mas tranquilo."
*texto de ANTES COWBOY DO QUE TOUREIRO

 

RAPAZ  IMPROVISADO, DE REGRESSO  AO  PASSADO

Texto de Paula Lagoa, na Preguiça Magazine |Fev. 2015

 

Ele anda viciado em viagens no tempo e o veículo para essas incursões entre o ontem e o amanhã é a música. O segundo disco de originais de Rapaz Improvisado, Monoceros, saiu há menos de um mês mas já vem outro a caminho, Neo Noir, uma compilação de 10 temas, que marca o segundo aniversário do lançamento do disco de estreia, Na Acústica do Improviso.

Com Monoceros, o músico deu um salto ao futuro e inspirou-se em Blade Runner para criar aquilo que poderia ser uma banda sonora alternativa para o filme de Ridley Scott. Um disco conceptual, com cabeça, tronco e membros, que convida a estados de espírito mais contemplativos.

 

Agora, com Neo Noir, este guitarrista meticuloso volta às raízes de Rapaz Improvisado, mergulha em algumas das suas primeiras composições, regressa ao improviso e recupera a estética dos filmes a preto e branco, que inspiraram a edição de Na Acústica do Improviso.

 

Leonel, o músico que veste Rapaz improvisado é arquitecto de profissão. Habituado a desenvolver projectos que obrigam a “um background muito bem estruturado e fundamentado”, transporta esse profissionalismo para os seus discos.

 

O CD, tal como os anteriores, é uma edição limitada, desta vez a 77 exemplares – ano de nascimento do autor – totalmente caseira, um digipack feito à mão, assim como todo o trabalho de gravação e mistura completamente home made.

 

“Não é um disco de vinil como eu gostaria”, confessa, mas a sua sonoridade foi trabalhada de forma a parecê-lo. O som da agulha está lá, o estalido característico do vinil também e, entre as muitas imagens que se podem criar ao som de Neo Noir, está “a recriação de um tiroteio de gangsters numa noite de nevoeiro”, desvenda o músico.

 

 

 

 

 

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